Somos feitos de tempo; nada mais coerente, portanto, do que renovar listas, sexos, regimes, alfabetos. Meus novos eternos melhores 50 filmes, pelo menos durante a próxima meia hora, sem nenhuma ordem.
The killing of a chinese bookie, Cassavetes
Mes petites amoureuses, Eustache
Blaise Pascal, Rossellini
A nos amours, Pialat
Os mil olhos do doutor Mabuse, Fritz Lang
La nuit du carrefour, Jean Renoir
As irmãs de Gion, Mizoguchi 1936
Jornada tétrica, Nicholas Ray
Vampyr, Dreyer
The sun shines bright, John Ford
Das nuvens à resistência, Straub-Huillet
Lost, lost lost , Jonas Mekas
O poder dos sentimentos, Alexander Kluge
Paraíso infernal, Hawks
Lilith, Robert Rossen
História immortal, Orson Welles
O cão branco, Samuel Fuller
The struggle, Griffith
Las Hurdes, Luís Buñuel
O diabo provavelmente, Bresson
Scherben, Lupu Pick
A idade da terra, Glauber Rocha
Dillinger está morto, Marco Ferreri
Les nuits rouges, Georges Franju
Du coté d’Ouroet, Jacques Rozier
Vale Abraão, Oliveira
The terrorizers, Edward Yang
O homem errado, Hitchcock
Profondo rosso, Dario Argento
M, Joseph Losey
O Rei das rosas, Werner Schroeter
O fator humano, Otto Preminger
L’enfant secret, Philippe Garrel
Le jouet criminel, Adolfo Arrieta
Num ano de 13 luas, Fassbinder
Anatahan, Sternberg
Corps a coeur, Paul Vecchiali
O teatro das matérias, Jean-Claude Biette
Simone Barbès ou a virtude, Marie-Claude Treilhou
La frusta e il corpo, Mario Bava
Los motivos de Berta, Jose Luis Guerin
The cobweb, Minnelli
Anma to onna, Hiroshi Shimizu ( 1938)
Cockfighter, Hellman
Tom, Tom, the piper’s son, Ken Jacobs
Cuadecuc vampire, Pere Portabella
Passion, Godard
O príncipe das trevas, John Carpenter
Bluebeard, Edgar Ulmer
A vingança de um ator, Kon Ichikawa.