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Les savates du bon Dieu certamente não é do maiores Brisseau, mas é um filme (s) no mínimo muito inventivo (s): um thriller, uma aventura telúrica pelas terras escarpadas do Sul da França e pelos corpos embalsamados de luz ( como tantos de seus filmes), um stand-up comedy para adolescentes em férias de si mesmos - um plano para cada personagem, uma sequência para cada grupo- , mas também um filme erótico incestuoso sobre a Mater Natura, a maior das libertinas de seus filmes: túrgida, láctea, incandecente, venérea- com aquela luz que Gauguin encontrou no Taiti e perdeu na Mancha-, como uma Juliette pós-coito...
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